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19 de agosto de 2022

CCS - COORDENADORIA DE COMIUNICAÇÃO SOCIAL GABINETE SEMUSA

Semusa realiza reunião para definir atendimento e testagem da monkeypox

Um comitê de enfrentamento de doenças emergentes deverá ser criado

Diretores de departamentos e técnicos da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) participaram de uma reunião, realizada na quarta-feira (17), para alinhar as ações de combate à monkeypox (varíola dos macacos). A equipe elaborou um fluxo de atendimento e testagem para receber os possíveis casos da doença.

A diretora da Gerência de Vigilância em Saúde (GVS) da Semusa, Verediany Nascimento Araújo, destacou que o atendimento primário será realizado pela Unidade de Pronto Atendimento Anna Beatriz Oliveira da Silva (UPA do 2º Distrito) e nas unidades básicas de saúde (UBSs).

“Os pacientes suspeitos serão encaminhados para testagem no laboratório da Divisão de Vigilância Epidemiológica, que atenderá das 13h30 às 18h, de segunda a sexta-feira. A monkeypox é uma emergência em saúde pública e já uma realidade em nosso país, por esse motivo é importante organizar os serviços de saúde para receber essa demanda”, explicou Verediany.

Participaram da reunião os representantes da GVS, do Departamento de Média e Alta Complexidade (DMAC), Divisão de Vigilância Epidemiológica, Centro de Referência Materno Infantil (Creami), Maternidade Municipal, UPA, Hospital Municipal, Departamento de Atenção Básica (DAB), Serviço de Assistência Especializada em Infecções Sexualmente Transmissíveis (SAE-IST) e da Gerência Regional de Saúde (GRS).

Ficou definido, entre os participantes da reunião, a criação de um comitê para enfrentamento de doenças emergentes, justificada pela nova emergência em saúde pública que está sendo vivenciada no combate à monkeypox.

“O comitê será formado por um grupo técnico, que atuaria para promover ações voltas para o enfrentamento às doenças de impacto epidemiológico significativas, sem a necessidade de um comitê exclusivo para cada nova doença emergente”, afirmou Ivo da Silva, secretário-adjunto da Semusa.

A monkeypox ficou popularmente conhecida pelo nome de varíola dos macacos, porém a nomenclatura foi alterada, para destacar que, apesar dos animais darem nome à doença, os macacos não transmitem o vírus aos humanos.

“Por conta do antigo nome, foram registrados casos de agressão aos animais, por isso, para ressaltar que a doença não é transmitida por eles, foi recomendado a adoção da terminologia em inglês”, alertou a diretora da GVS.

A monkeypox é considerada uma zoonose, ou seja, doença infecciosa transmitida entre animais e pessoas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o vírus tenha chego aos humanos a partir de pequenos roedores, como ratos, esquilos e cães-da-pradaria.