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15 de fevereiro de 2023

CCS - COORDENADORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL GABINETE SEMUSA

Ostomia é tema de palestra com servidores e pacientes do CER

A unidade atende, gratuitamente, mais de 50 pessoas por mês

 

A ostomia foi o tema de uma palestra realizada, na terça-feira (14), com servidores e pacientes do Centro Especializado em Reabilitação (CER-III). O evento foi promovido pela empresa Convatec, em parceria com a Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).

A palestra foi ministrada pelas enfermeiras Líbia Rocha e Priscila Moura, abordando os mitos, os cuidados e como utilizar corretamente a bolsa de ostomia, além de tirar as principais dúvidas dos pacientes e dicas sobre limpeza e alimentação equilibrada.

“Definitivamente, o ostomizado não é uma pessoa incapaz. Eles podem fazer a maioria das coisas que qualquer outra pessoa faz. As limitações são mínimas, desde que as atividades não atinjam a estoma, ou seja, o orifício criado pela cirurgia”, explicou Roseli Sônia Lago, enfermeira do CER-III, responsável pelo Programa de Atenção à Saúde da Pessoa Ostomizada.

Atualmente, o Centro de Reabilitação de Ji-Paraná atende mais de 50 pacientes mensais. O atendimento inicia, após o encaminhamento do paciente ao CER, com a avaliação de ostomia e a solicitação do material (bolsa) específico para cada caso, assim como os materiais adjuvantes, como fitas adesivas e pó protetor.

“Esse material é entregue, uma vez por mês, aos pacientes. Caso eles precisem de uma nova avaliação, no decorrer desse mês, em casos de irritações ou feridas, eles podem retornar ao CER para uma nova avaliação. Temos um grupo no WhatsApp, onde os pacientes podem tirar qualquer dúvida”, afirmou a enfermeira.

O paciente ostomizado tem, à disposição para o atendimento no CER, a equipe multiprofissional da unidade, composta por enfermeira, técnica de enfermagem, nutricionista, psicólogo e clínico geral.

A ostomia é uma abertura, criada cirurgicamente, entre o intestino e a parte externa do corpo (parede abdominal). Uma incisão circular é realizada e um pedaço do órgão é exposto e ligado à bolsa de ostomia. O procedimento é feito para tratar problemas abdominais graves, como câncer, traumas, doenças inflamatórias, obstrução intestinal, entre outros.

Marco Bernardi

FOTOS: Maria Elis